Sidney Soares | Educação & Social
Sou Sidney Soares. Professor de História e economia do RN. Formado em História, acadêmico de Direito, pós graduado em Gestão Escolar e pós graduado em Direito do Trabalho e em Gestão de Pessoas e mestrando em educação pública.
Email: neysoares10@hotmail.com | Twitter: @neysoares10
Coluna | sociedade
Postado em 18 de Julho de 2016 ás 16:40 h
UMA REVOLUÇÃO NECESSÁRIA
"Mais do que máquinas, precisamos de humanidade... Mais do que inteligência, precisamos de afeto e ternura". (Charles Chaplin) Ficamos magoados - e com toda a razão -, quando somos tratados com indiferença, preconceito ou grosseria. Será que esses tratamentos têm apenas um sentido, vindo sempre dos outros para nós? Ficamos magoados quando nos recebem com indiferença. Queremos atenção, respeito e amabilidade. Diante dos outros, somos atenciosos, respeitosos e amáveis? Ficamos indignados quando somos vistos preconceituosamente, seja pela cor de nossa pele, pelo modo como nos vestimos, pelo sotaque com que falamos, pela fé que professamos. Queremos ser tratados pelo valor que temos, não pelas marcas que nos atribuem. Pode ser, no entanto, que o preconceito parta de nós para os outros. Nesses casos, justificamos nossas atitudes, de modo a que não pareçam preconceito, mas expressões da realidade. Ficamos revoltados quando somos tratados com grosseria. Repreendidos pela grosseria que cometemos, explicamos, pondo a culpa nas circunstâncias externas ou em nossas condições internas, por causa de acontecimentos que nos tomam e nos fazem reagir de modo grosseiro. Damos as nossas razões, que os outros nunca têm. Diante das falhas dos outros, somos duros. Diante das nossas, embora sejam as mesmas, somos complacentes e esperamos compreensão. Imaginamos que precisamos de uma revolução no mundo, a revolução da polidez. E ela começa quando nos dispomos a olhar para os outros e tratá-los bem. Essa necessária revolução continua quando reagimos ao mal com o bem, oferecendo à indiferença a nossa compaixão destemida, ao preconceito o farol da verdade e à grosseria a nossa serena suavidade. Pelos professores: Israel Belo de Azevedo Denilton Silveira de Oliveira
Por: Sidney Soares | Educação & Social
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