Na Paraíba
Carga de cerveja avaliada em R$ 100 mil é apreendida sem documentação fiscal na Paraíba
A carga tinha 52.800 latas de cerveja de 350 ml sem documentação fiscal ou de origem da carga.

Publicado em 16/07/2020 18:35

O caminhão juntamente com a carga foram retidos e encaminhados à Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba (SEFAZ/PB). (Foto: Reprodução)

Do Click PB - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba prendeu em Mamanguape, na noite da última quarta-feira (15), um homem transportando 52.800 latas de cerveja de 350ml sem documentação fiscal ou de origem da carga.

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Os policiais abordaram o caminhão Scania/P 310 durante fiscalização na BR 101, km 38, em frente à unidade operacional de Mamanguape. A equipe policial solicitou que o motorista apresentasse os documentos do veículo e da carga transportada. Contudo, o condutor informou que a mercadoria não possuía documentação fiscal.

O condutor afirmou que levaria a carga avaliada em R$ 100 mil até a cidade do Rio de Janeiro. O homem foi detido, encaminhado à Polícia Civil e responderá por crime de descaminho. 

O caminhão juntamente com a carga foram retidos e encaminhados à Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba (SEFAZ/PB).

Meteoro brilhante é avistado no Sertão da Paraíba

Um grande meteoro brilhante explodiu na atmosfera na noite desta quarta-feira (15), no céu do Sertão da Paraíba. 

De acordo com a Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), o fenômeno ocorreu às 18h59 (horário de Brasília).

O meteoro surgiu nos céus entre Princesa Isabel, no Sertão da Paraíba, e Carnaíba, no sertão de Pernambuco.

Conforme análise, o bólido seguiu na direção sudeste e desapareceu no céu na região sul de Arcoverde, também no Sertão pernambucano. O fenômeno ainda foi visto no Ceará e na Bahia.

"O objeto, o clarão que foi visto, foi com certeza um meteoro. Quando ele é muito brilhante, nós também chamamos de bólido. Esse tipo de fenômeno se forma quando um fragmento de rocha espacial atinge a atmosfera da Terra em uma velocidade muito elevada. Devido à essa alta velocidade, o gás atmosférico na frente dessa rocha acaba aquecendo e esse aquecimento gera o brilho que a gente vê e também faz com que esse fragmento de rocha acabe se vaporizando", detalhou o diretor técnico da Bramon, Marcelo Zurita.


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