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Foto/Reprodução
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Os pedidos de seguro-desemprego de trabalhadores com carteira assinada subiram 35% na 1ª quinzena de junho em relação ao mesmo período do ano passado. O levantamento foi divulgado nesta 5ª feira (25.jun.2020) pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia e considera os atendimentos presenciais –nas unidades do Sine (Sistema Nacional de Emprego) e das Superintendências Regionais do Trabalho– e os requerimentos virtuais.
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Na 1ª metade do mês, 351.315 benefícios de seguro-desemprego foram requeridos, contra 260.228 pedidos registrados no mesmo período do ano passado. Ao todo, 71,4% dos benefícios foram pedidos pela internet no mês passado, contra apenas 0,7% no mesmo período de 2019.
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NÚMERO ACUMULADO
Apesar da alta em junho, os pedidos de seguro-desemprego cresceram em ritmo menor no acumulado do ano, tendo somado 3.648.762 de 2 janeiro a 15 de junho de 2020. O total representa aumento de 14,2% em relação ao acumulado no mesmo período do ano passado (3.194.122).
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Embora os requerimentos possam ser feitos de forma 100% digital e sem espera para a concessão do benefício, o Ministério da Economia informou que os dados indicam que muitos trabalhadores continuam aguardando a reabertura dos postos do Sine, administrados pelos Estados e pelos municípios, para dar entrada nos pedidos. O empregado demitido ou que pediu demissão tem até 120 dias depois da baixa na carteira de trabalho para dar entrada no seguro-desemprego.
PERFIL
Em relação ao perfil dos requerentes do seguro-desemprego na 1º quinzena de junho, a maioria é masculina (60,2%). A faixa etária com maior número de solicitantes está entre 30 e 39 anos (32%) e, quanto à escolaridade, 60,4% têm ensino médio completo. Em relação aos setores econômicos, serviços representou 41,7% dos requerimentos, seguido por comércio (25,3%), indústria (19,3%) e construção (9,8%).
Os Estados com o maior número de pedidos foram São Paulo (109.278), Minas Gerais (37.130) e Rio de Janeiro (28.507) e os que tiveram maior proporção de requerimentos via web foram Acre (98,1%), Amapá (95,2%) e Alagoas (92,2%).
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AGÊNCIA BRASIL




