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Foto/Reprodução
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, nesta quinta-feira (30/01), que os casos do novo coronavírus são uma emergência de saúde pública de interesse internacional. A China já registra mais de 7,7 mil pessoas contaminadas pela doença e há pacientes identificados em 18 países. Com isso, de acordo com a OMS, uma ação coordenada de combate precisa ser traçada entre diferentes autoridades e governos.
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“Nós precisamos agir agora para ajudar outros países a se prepararem para a possibilidade de entrada do vírus”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom. De acordo com ele, o objetivo principal é conter a expansão da doença e, assim, evitar que outros países enfrentem a mesma situação que a China está passando.
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Até o momento, a OMS havia usado a denominação “emergência de saúde pública de interesse internacional” apenas em casos raros de epidemias que exigiram respostas globais, como a gripe suína H1N1 (2009), o zika vírus (2016) e a febre ebola, que devastou parte da população da África entre 2014 e 2016 e, atualmente, atinge o Congo.
A entidade internacional vinha sendo criticada pela posição cautelosa em relação à epidemia chinesa. Na última quinta-feira passada (23/01/2020), em reunião colegiada, a OMS decidiu que, apesar de toda preocupação com a população chinesa e com os países fronteiriços, ainda era cedo para considerar a situação uma emergência internacional. Nesta semana, a velocidade de crescimento dos casos na China e a confirmação de pacientes com a doença em vários países fez essa posição ser revista.
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Do Metrópoles




