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Foto/Reprodução
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Goiânia – A Polícia Civil de Goiás começou a investigar, na segunda-feira (20/6), um homem suspeito de matar com 10 facadas a ex-companheira dele, de 49 anos, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana. Familiares da cabeleireira Jandalira Maria Edivigens de Novaes disseram que ela foi assassinada por Nerislei Alves da Silva, que não teria aceitado o fim da união estável de três anos.
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O crime ocorreu por volta das 17h de domingo (19/6), no Bairro Jardim Ipanema. Ninguém foi preso até o momento em que esta reportagem foi publicada. Irmã da vítima, a técnica em enfermagem Eleni Maria 10 facadas.
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Eleni contou que Jandalira estava na casa de parentes almoçando no momento em que recebeu uma ligação do ex dizendo que estava no portão e queria conversar com ela.
“Minha outra irmã pediu para que ele conversasse com ela em paz e ele disse que sim. Ele pegou a neném [filha do ex-casal] nos braços e a neném o estranhou e ele devolveu para minha irmã. Nisso, quando minha irmã deixou a bebê dentro e voltou, ela já ouviu os gritos de socorro. Ele já tinha golpeado ela com faca”, disse a técnica em enfermagem.
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Jandalira foi esfaqueada no queixo, tórax, abdômen e braço e chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada para o Hospital Estadual de Aparecida de Goiânia Cairo Louzada (Heapa).
Socorro e morte
De acordo com o hospital, a paciente entrou na unidade de saúde por volta das 18h, em estado gravíssimo, com múltiplos ferimentos por arma branca. Após várias manobras para tentar a estabilização de seu quadro clínico por parte da equipe médica e multiprofissional da unidade, a morte da paciente foi confirmada às 18h40.
“Uma covardia brutal o que ele fez com a minha irmã. Todos nós estamos muito abalados. A minha irmã não merecia. Uma pessoa cheia de sonhos, trabalhadora, dedicada”, lamentou Eleni Maria.
A família contou que o ex-casal teve um relacionamento de união estável, por três anos, e tem uma filha de 1 ano e 11 meses. A menina foi tirada do colo da mãe minutos antes de ela ser assassinada.
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Depois de matar a mulher, a família diz que Nerislei fugiu de moto. A Polícia Civil confirmou que iniciou a investigação do caso na segunda-feira (20/6), mas disse que não tinha informações concretas para divulgar no momento.
O Metrópoles não encontrou contato da defesa dos suspeito até o momento em que publicou este texto, mas o espaço segue aberto para manifestações.
Do Metropoles
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