- Rio Grande do Norte: Kleber Rodrigues procura o DER e pede continuidade das obras no Agreste
- Rio Grande do Norte : Saiba quais são os municípios do RN mais atingidos por raios neste ano; veja a lista
- Saiba: Governo Federal quer socorrer endividados unificando dívidas; entenda
- Senador do RN: Quem quer ganhar sem trabalhar é ele, diz presidente da Associação dos Oficiais da PM após declarações de Styvenson
- Veja: VÍDEO - Nuvem em formato de rolo chama atenção no interior do RN; entenda fenômeno
- Rio Grande do Norte: Deputado Kleber Rodrigues chega ao Progressistas ocupando espaço na propaganda partidária
- Saiba: Guardar uma colher no congelador: para que serve e por que pode ajudar na cozinha
PUBLICIDADE
Foto/Reprodução
PUBLICIDADE
Do R7 - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) exonerou o servidor responsável por receber arquivos com as peças publicitárias das campanhas eleitorais e disponibilizar os materiais no sistema eletrônico do TSE para que sejam baixados pelas emissoras de rádio e TV.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
A medida ocorre depois da entrega, no início da noite de terça-feira (25), de um relatório com denúncias feitas pela campanha de Jair Bolsonaro (PL) de que o presidente e candidato à reeleição teria sido prejudicado ao ter menos inserções em rádios do que a campanha adversária, do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Na segunda-feira (24), a campanha de Bolsonaro afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve 154.085 inserções de rádio a mais do que o candidato do PL entre os dias 7 e 21 de outubro. De acordo com o ministro das Comunicações, Fábio Faria, uma auditoria detectou a distorção e uma denúncia foi protocolada no TSE.
Cada inserção que não foi divulgada tem 30 segundos de duração, segundo a campanha de Bolsonaro. O grupo alega que os materiais que deixaram de ser veiculados correspondem a 1.283 horas de conteúdos não exibidos. De acordo com a campanha de Bolsonaro, o Nordeste foi a região com o maior percentual de inserções não divulgadas: 29.160.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
A defesa alega ainda que, em um primeiro momento, não foi apresentado um levantamento completo das irregularidades por conta da quantidade de emissoras de rádios comerciais, educativas e públicas no país — 5.000 emissoras. Também foram apresentados dados da empresa AudiencyBrasil Tecnologia, que faz monitoramento da programação das emissoras e teria realizado estudo técnico sobre os problemas encontrados.




