- Veja: VÍDEO - Nuvem em formato de rolo chama atenção no interior do RN; entenda fenômeno
- Rio Grande do Norte: Deputado Kleber Rodrigues chega ao Progressistas ocupando espaço na propaganda partidária
- Saiba: Guardar uma colher no congelador: para que serve e por que pode ajudar na cozinha
- Interior : VÍDEO: Padre interrompe missa e chama ato político de cannalhice durante Páscoa em cidade do RN
- Brasil: Gastroenterologista explica quando se preocupar com o excesso de gases
- Entenda : Justiça define quando os avós devem assumir o pagamento da pensão alimentícia dos netos
- Interior: Mulher de 22 anos é executtada a tir0s por dupla de moto em zona rural do RN
PUBLICIDADE
Foto/Magnus Nascimento
PUBLICIDADE
Municípios do Rio Grande do Norte podem ficar sem transporte escolar para estudantes vinculados à rede estadual de ensino por atraso nos repasses do Programa Estadual de Transporte Escolar (Petern).
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
A informação é da Federação dos Municípios do RN (Femurn), que enviou um ofício à Secretaria de Estado da Educação e Cultura (SEEC) nessa semana cobrando o pagamento do programa, que segundo a entidade, não repassou nenhuma parcela referente a 2023. A dívida já ultrapassa a casa dos R$ 17 milhões, segundo a Femurn. Caso o transporte escolar seja suspenso, pelo menos 58 mil estudantes podem ser afetados.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Segundo o presidente da Femurn, Luciano Santos, dos 167 municípios potiguares, 160 deles possuem convênios com o Petern, que consiste basicamente em levar estudantes da rede estadual de ensino para aulas, atividades extracurriculares entre outras ações, como disputa de jogos esportivos, por exemplo.
Em nota enviada à Tribuna do Norte, a Secretaria de Estado da Educação, de Cultura, do Esporte e do Lazer disse que “realizará, na próxima semana, reunião com a Secretaria de Estado da Fazenda para encontrar uma solução e negociar junto aos municípios”.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
“O Governo tem tido dificuldades nesses repasses, deixando de honrar os convênios com os municípios. Isso está dificultando e daqui a pouco pode dificultar o acesso das crianças às escolas. As empresas alegaram que, se iniciarmos outubro sem repasses, os veículos serão recolhidos”, explica. A Femurn pede urgência na resolução da causa.
Tribuna do Norte




