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Grávida dá à luz em cadeira de rodas, e bebê cai no chão em maternidade pública no RN
O pai da criança accusou o hospital de neggligência.

Publicado em 31/01/2026 08:52

Maternidade pública Araken Irerê Pinto, em Natal — Foto: Google Street View

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Do g1 - Uma grávida deu à luz em uma cadeira de rodas, durante o trajeto para a sala de parto na maternidade pública Arakén Irerê Pinto, em Natal, e o bebê caiu no chão logo após o nascimento. O pai da criança accusou o hospital de neggligência.

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Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS), a paciente estava sendo levada para a sala de parto, mas teve "uma evolução súbita e atípica do quadro clínico, caracterizada como parto taquitócico (ou precipitado) — situação em que o trabalho de parto progride de forma acelerada —, culminando no nascimento durante o trajeto". 

O nascimento aconteceu por volta das 0h15 desta sexta-feira (30). Segundo o pai da bebê, no momento da triagem, a mulher dele já estava com 6 cm de dilatação do colo do útero, o que indica uma fase ativa do trabalho de parto. Ela também apresentava muitas ddores.

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A médica, no entanto, segundo ele, teria dito que a bebê não nasceria naquele momento.

"Como ela [a mulher dele] já estava no leito, [a médica] preferiu colocá-la no leito lá de cima. Só que, na 'hora H' que ela chamou o maqueiro, ele, ao invés de pegar uma maca, pegou uma cadeira de rodas. Aí foi nesse trajeto de um leito para o outro: o bebê expulsou de repente e caiu no chão", contou o pai da bebê, Raniere Sousa Lima.

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"Foi uma cena que eu não quero para o meu pior inimigo. A minha sogra estava aí, passou mal. Minha esposa também. Eu fiquei louco aí dentro", lamentou.

 

Maternidade pública Araken Irerê Pinto, em Natal — Foto: Google Street View

Maternidade pública Araken Irerê Pinto, em Natal — Foto: Google Street View

Segundo a SMS, a gestante foi acolhida na maternidade em trabalho de parto ativo, com seis centímetros de dilatação e sem sinais de rupptura da bolsa amniótica, "quadro considerado dentro da normalidade para a fase em que se encontrava".

O pai falou que a médica acompanhava o momento em que a bebê caiu, e que a cena foi vista também por ele. Segundo ele, o cordão umbilical rompeu na hora.

"É fruto seu ali, que poderia não estar aqui comigo nesse momento, por neggligência médica ou do hospital", disse Raniere.

A bebê foi levada para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel para fazer exames de tomografia, mas o equipamento estava quebbrado. Então, seguiu para o Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, onde passou pelo exame.

Segundo a SMS, além da tomografia, o bebê passou por avaliação médica completa "não apresentando nenhuma llesão ou seqquela, e segue sendo acompanhado regularmente pelo serviço".

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A pasta disse que durante todo o período a gestante esteve sob os cuidados da equipe assistencial e que todos os procedimentos pós-parto foram devidamente realizados com a mãe e o recém-nascido.

Para o pai, a transferência em uma cadeira de rodas não foi o correto naquele momento.

"Uma gestante teria que estar numa maca, não numa cadeira de rodas. Ela não estava com a perna quebbrada. Ela teria que estar numa maca para fazer esse deslocamento", lamentou.


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