- Saiba: Governo Federal quer socorrer endividados unificando dívidas; entenda
- Senador do RN: Quem quer ganhar sem trabalhar é ele, diz presidente da Associação dos Oficiais da PM após declarações de Styvenson
- Veja: VÍDEO - Nuvem em formato de rolo chama atenção no interior do RN; entenda fenômeno
- Rio Grande do Norte: Deputado Kleber Rodrigues chega ao Progressistas ocupando espaço na propaganda partidária
- Saiba: Guardar uma colher no congelador: para que serve e por que pode ajudar na cozinha
- Interior : VÍDEO: Padre interrompe missa e chama ato político de cannalhice durante Páscoa em cidade do RN
- Brasil: Gastroenterologista explica quando se preocupar com o excesso de gases
PUBLICIDADE
Foto/Reprodução
PUBLICIDADE
Uma jovem de 19 anos foi morta a tiros na madrugada deste sábado (8), no bairro Planalto, na Zona Oeste de Natal. A vítima foi identificada como Renata Dantas dos Santos. A suspeita é de feminicídio.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Renata trabalhava em uma pizzaria no Bairro Nordeste e estava voltando para casa por volta de 1h, quando foi surpreendida por dois homens em uma moto, na Rua João Hélio, no Planalto. A jovem foi atingida por pelo menos dois disparos de a,rma de fogo.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Familiares da vítima informaram aos policiais do 9º Batalhão da Polícia Militar que ela tinha um relacionamento até dezembro do ano passado, e que ele não teria se conformado com o término. Ainda segundo a família, Renata vinha recebendo am€aças do ex-namorado.
“Ela namorava um rapaz por volta de 6 anos. Em dezembro do ano passado, decidiu que não queria mais, e foi continuar a vida dela. Muito nova, muito sonhadora, trabalhava muito, queria comprar uma casinha pra ela. A gente acredita que foi um feminicídio, sim”, contou uma familiar.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
“A gente tem que pedir forças a Deus para continuar. Não é fácil uma menina de 19 anos ter perdido sua vida assim, sem motivos (…) A gente só pede justiça pela vida dela. Que não fique impune. A gente vê tantos casos impunes, e isso não pode continuar”, completou.
g1-RN




