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Foto: Reprodução
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Uma mulher foi condenada a nove anos e oito meses de reclusão em regime fechado por tentar matar o marido envenenado em setembro de 2021.
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A sessão do júri popular aconteceu nessa quinta-feira (22), realizada pela 1ª Vara Criminal de Natal. A acusada convivia matrimonialmente com a vítima há cerca de 17 anos.
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De acordo com os autos do processo, o homem adoeceu meses anteriores ao fato, até ser internado na UTI de um hospital particular da capital.
Certo dia, a vítima recebeu a visita de sua esposa, que pediu à equipe de enfermagem um momento a sós, pois pretendia fazer orações, o que lhe foi atendido.
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No entanto, algum tempo após, a máquina que regulava a alimentação do paciente através da sonda teria passado a emitir um alarme, indicando intercorrência em seu funcionamento, sendo constatado pela equipe de profissionais que havia um líquido espesso e escuro no interior da sonda, não compatível com os insumos destinados ao paciente.
Feito o rápido atendimento médico, foi evitada a morte do paciente, mas ele permaneceu em coma.
A denunciada teria apresentado comportamento evasivo perante a equipe médica, afirmando a todo instante que não tinha feito nada e pedindo que pegassem uma seringa para lavar a sonda, conduta que faria com que a substância letal fosse introduzida com mais rapidez no paciente.
Após isso, a denunciada teria se evadido do hospital. A sonda foi encaminhada para perícia na qual se constatou a presença da substância Terbufós, um composto químico inseticida e nematicida.
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Na sessão, foram ouvidas cinco testemunhas e, em seguida, a acusada foi interrogada e negou ter qualquer participação no delito.
Durante os debates, o representante do Ministério Público postulou pela condenação da ré em homicídio duplamente qualificado na forma tentada.
A defesa, por sua vez, sustentou as teses de negativa de autoria e insuficiência de provas para a condenação.
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O Conselho de Sentença decidiu que a acusada praticou o crime de homicídio duplamente qualificado na forma tentada, em acolhimento à tese do MPRN.
O homem morreu cerca de três meses depois do ato da companheira. Durante o período, ele seguiu em tratamento no hospital, mas não resistiu às complicações.
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