- Rio Grande do Norte: Kleber Rodrigues fará programação especial para o mês do autismo
- Entenda: Imposto de Renda 2026: entenda quais transferências via Pix precisam ser declaradas
- Oportunidade : Prefeitura de Goianinha - RN abre concursos com diversas vagas e salários de até R$ 6,1 mil
- Saiba: Saiba como manter o bolsa família atualizado e evitar o bloqueio em 2026
- Saiba: Menino de 12 anos m0rre de dengue no Rio Grande do Norte e caso serve de allerta
- Saiba : Você pode ter na carteira: moeda de R$ 1 que pode valer até R$ 20 mil, segundo colecionadores
- Conheça: Um vilarejo no RN sem carros encanta com dunas brancas e um paraíso ideal para relaxar
PUBLICIDADE
Foto/Reprodução
PUBLICIDADE
Marcado para o próximo dia primeiro de fevereiro, o retorno às aulas na rede estadual de ensino, programadas para acontecer em um formato híbrido, com aulas presenciais e remotas, através da internet, não agrada a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN), que adianta que se as aulas presenciais forem obrigatórias, não está descartada a possibilidade de uma greve.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
As informações são do Saiba Mais – Agência de reportagem.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
“Não é o momento para retornar presencialmente porque a pandemia, inclusive, vem apresentando números crescentes no país e no estado. Sabemos que muitas escolas não estão preparadas porque não receberam os recursos necessários para fazer as adequações. As escolas não estão devidamente equipadas e é preciso ter segurança nesse retorno, por isso defendemos que o retorno presencial seja feito com a vacinação”, explica Bruno Vital, que faz parte da diretoria do Sinte.
A reportagem ainda destaca que segundo o sindicato dos professores, a categoria não se opõe ao retorno às aulas remotas, o problema é a obrigatoriedade das aulas presenciais que, com um calendário de vacinação incerto em todo o país, colocaria a vida de professores, funcionários e estudantes em risco:
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
“Não há clareza sobre a vacinação no país e não sabemos por quanto tempo isso vai se prolongar. A única certeza é que a vida das pessoas devem estar em primeiro lugar. Mas, se o Governo estabelecer que o retorno presencial é obrigatório, vamos deflagrar uma greve em defesa da vida, para que as aulas retornem após a vacinação”, reforça.
Matéria na íntegra AQUI.




