- Rio Grande do Norte : Edital TCE-RN: concurso público tem 55 vagas e salários de até R$ 15,5 mil
- Rio Grande do Norte: Deputado Kleber Rodrigues entrega homenagem ao embaixador do Brasil na China durante encontro em Natal
- Interior: [Vídeo] Morador denuncia água barrenta saindo de torneira em cidade do RN e cobra explicações do município
- Rio Grande do Norte : Lei cria programa RN em Dia para regularização de IPVA e débitos veiculares no RN
- Rio Grande do Norte : Governo divulga feriados e pontos facultativos no RN em 2026; veja lista comple
- Agreste: MPF obtém condenação de empresas, empresários e ex-prefeito de São José de Campestre por contratações ilegais
- Saiba: Prefeitura do Curimataú da Paraíba na divisa com o RN abre concurso com mais de 140 vagas
PUBLICIDADE
Foto/Reprodução
PUBLICIDADE
O professor Ricardo Valentim, coordenador do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da UFRN, disse nesta quinta-feira (17), em entrevista ao Bom dia RN, que o Rio Grande do Norte pode ser um dos primeiros estados do Brasil a declarar o fim da pandemia.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Apesar disso, ele ressalta que o estado ainda vive um momento crítico na saúde e que "não é hora de relaxar" em relação às medidas de restrição e prevenção contra o coronavírus.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Ainda segundo ele, a redução que se tem notado no número de internações por Covid-19 tem relação direta com a imunização. Até agora, mais de 800 mil pessoas tomaram pelo menos uma dose do imunizante contra o coronavírus e mais de 400 mil tomaram as duas doses.
“Quanto mais a gente vai se imunizando, maior vai ser o impacto na rede assistencial. Deve entrar em conta também a população que foi contaminada e se recuperou da doença", declarou o cientista.
- CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Conforme dados repassados por ele, a proporção de idosos internados com Covid-19 caiu de 75% no meio de 2020 e está abaixo de 30% agora. Esse público foi o primeiro a ser imunizado no estado, em paralelo aos trabalhadores da saúde que atuam na linha de frente do combate à doença.
"Tivemos em maio mais de 30 mil novos casos, porém, o número de internações começa a cair no final do mês. Há uma redução do número de novos casos, transmissibilidade e adoecimento e também analisamos redução nos pedidos de internação. Por mais de 16 dias esses pedidos vêm reduzindo", considera.
Fonte: Portal Grande Ponto




